4–4½ horas de visita
Programa
II
O mesmo tronco do programa básico, mas a meio do dia entra Marian Kołodziej e tudo o que ouviram antes ganha um rosto.
A primeira parte do dia é comum ao programa básico: a rampa, os armazéns de alimentos, a fábrica de chucrute. É a camada de factos, datas e números, necessária para que o participante saiba onde está e como funcionava aquele sistema.
Depois vamos a Harmęże, à exposição O Labirinto. Marian Kołodziej chegou a Auschwitz com o primeiro transporte e durante meio século não disse uma palavra sobre o campo. Só começou a desenhar depois de um AVC grave, a aprender de novo a usar a mão, e não parou até morrer. Daí saiu um labirinto de várias centenas de painéis de grande formato por onde o visitante não tanto caminha como se esgueira. Para a maioria dos grupos é o ponto mais forte do dia.
A seguir Bor e Budy, a cantina das SS, o Museu da Memória dos Habitantes e a casa do comandante. Esta ordem faz sentido do ponto de vista pedagógico: depois do testemunho de um sobrevivente olha-se de outra maneira para o lugar da companhia penal de mulheres e ouve-se de outra maneira a história de quem fazia chegar medicamentos aos presos.
Isto é apenas uma parte do que contamos durante o programa.
Orçamento para o seu grupo
Diga-nos quantos serão, de onde partem e em que língua quer o programa. Respondemos num dia útil.
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